Investir na digitalização da segurança nacional

Há centenas de anos, as guerras eram marcadas, e ambos grupos iam a um campo de batalha, onde lutavam até encontrar um vencedor. Os equipamentos que usavam na altura eram cavalos, espadas, lanças, flechas, etc.

Num passado não muito distante, as mesmas guerras passaram a ser invasões de países, com equipamentos modernos, e que necessitavam de um ser humano para operar, como aviões, helicópteros, navios, e os próprios militares no terreno.

Muito em breve, ou já, as guerras são mais digitais, desde comunicação social, drones, robots, etc. Hoje já se pode enviar um drone para sobrevoar uma determinada região e deixar cair explosivos, destruindo todos que estão no terreno.

Onde pretendo chegar é que se não apostarmos seriamente nas tics, no digital e na inteligência artificial, nós com as nossas AKM’s não iremos meter medo nem a uma criança de 10 anos, pois ela estará preparada para cometer todo tipo de crime sem necessariamente sair de casa.

Devemos investir mais em câmeras de vigilância e centros de controle, podendo até nem ser preciso ter nas nossas ruas milhares de polícias, e fiscais, das alfândegas, migração, agricultura, etc.

Não sei se sabem mas existem câmeras que controlam velocidade dos carros, controlam manobras perigosas, inversão de marcha; existem câmeras que controlam pessoas, com reconhecimento facial, que podem estar ligadas a um sistema interligado a câmeras dos bancos, dos hoteis, e de outros locais, sendo assim possível controlar e garantir a paz e tranquilidade pública nas nossas ruas sem necessariamente encher de polícias e fiscais.

Era só um pensamento, e… a luta continua!

Yassin Amuji

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