É isso mesmo, é o que penso, e logo a primeira pode parecer um absurdo (porque fomos formatados para assim pensar), mas mais adiante esclareço este pensamento.
Ora vejamos, em negócio, tudo é uma questão de números, e quanto mais números, mais lucrativo torna-se. Se hoje somos 30 milhões, e por exemplo já 15 milhões têm acesso a telefone móvel, significa que 15 milhões compram crédito e pagam impostos nessa compra.
A questão depois que colocamos é: sim, pagamos impostos mas depois é mal gerido – este é outro debate; e que torna difícil escolher o que vem primeiro, o ovo ou a galinha. De algum sítio temos que começar, e também, quanto mais sermos, mais a chance de termos melhores gestores, melhores políticos, mais gente a sugerir melhorias e mudanças, etc
Dei um exemplo só na compra de um produto que é telefonia móvel, imagina quando em 2030 sermos 60 milhões, e em 2040 sermos 90 milhões. Estamos a falar de números astronómicos, que diariamente estarão a fazer compras, negócios, aprender, empreender, criar, inovar, os valores arrecadados pelo Estado sobem, o Estado passa a ter mais dinheiro para investir no País (de forma correcta ou incorrecta, outro debate).
Mas aqui surge algo com essa independência económica, com esse encaixe financeiro da nossa economia interna, a Nação deixa de pedir apoio para o Orçamento do Estado aos “doadores”, sim, aqueles que quando apoiam a Educaçao, impõem condições para o sistema de ensino, que quando apoiam a saúde, também impõem condições, e quando apoiam para construção de infra-estruturas, “sugerem” a adjudicação à empresas europeias, americanas, asiáticas, etc
Não esperemos ter dinheiro para casar e fazer filhos, sentemos com os nossos avós e bisavós e procuremos saber como foi que eles faziam a gestão da pouca economia deles. Se calhar estamos a gastar de forma abusiva e só precisamos aprender quais as prioridades, e como controlar nossas finanças!
Os Estados Unidos tem 330 milhões de habitantes; o Brasil com 212 milhões, e ambos em 60 anos cresceram aproximadamente 120 milhões. A India está com 1.4 bilhões de pessoas, e cresceu quase 1 bilhão em 60 anos. E a China, também com 1.4 bilhões e com um crescimento de quase 700 milhões em 60 anos.
A China havia adoptado a lei de um filho por casal em 1980, e em 2015 suspendeu essa lei e deu a liberdade de poderem ter dois filhos por casal. Mesmo assim, a taxa de natalidade na China está em queda livre e tudo indica que nos próximos tempos irão abolir essa lei.
Bangladesh conta com 163 milhões de habitantes, e Vietname com 97 milhões.
Estranhamente as economias que mais crescem no mundo são: China, India, Bangladesh, Vietname.
Agora percebem porque temos que ser muitos? Porque temos que fazer filhos? E porque precisamos acreditar que devemos ser nós a conduzir os destinos do nosso País?
A luta continua
Yassin Amuji
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