Vezes sem conta falamos que os dirigentes estão para servir e não ser servido, mas então porque é que continuamos a apostar num modelo contrário ao que se pretende?
Porque é que quando um dirigente, seja para o Município, Administração, Ministérios, entre outros, logo que entram em funcionamento, tem direito a carro, motorista, alguém para abrir a porta, rancho alimentício para casa, casa essa que também é do Estado, entre tantas outras regalias.
Será que esse modelo não continuará a atrair pessoas mais interessadas em servir-se do que servir? E que tal alterar o modelo para: só pode concorrer quem já provou ter feito algo, quem já tem o básico e não necessita de nenhum adicional na sua vida, quem não irá precisar de casa, carro, nem do rancho alimentício, pois esses fundos, em vez de servir a um dirigente, estariam a resolver outros problemas da sociedade e do povo.
São poucos, mas muito poucos, que mesmo após entrarem em exercício das suas funções, abdicam dessas regalias e fazem um esforço para manter o seu estilo de vida!!! A estes, vai o meu respeito e admiração!
Era só uma ideia né, a luta continua!
Yassin Amuji





